Implante dentário com
segurança e conforto

Volte a ter estética, confiança na sua vida social e ao se alimentar.

O que é Implante dentário?

É um pino.

(geralmente de titânio)

Utilizado para substituir a raiz do dente.

Qual nosso diferencial?
Porque optar por nossos serviços?

Temos um atendimento odontológico no estilo estúdio, gerando muita privacidade no atendimento, conforto, acolhimento e elevada biossegurança, isso nos permite um atendimento extremamente personalizado e humanizado.

Nossa especialista em implante dentário, é quem planeja e executa todo o caso (fase cirúrgica, fase protética, estética, e manutenção pós tratamento), isso possibilita um tratamento integrado do começo ao fim, gerando maior sucesso do caso no pequeno e longo prazo.

Sempre mantendo um contato de plantão para qualquer intercorrência.

O paciente terá a segurança de não ficar passando pelo constrangimento, adaptação e mudanças de equipe de atendimento constantes, como ocorre em grande clinicas e franquias.

Dê o primeiro passo e agende uma avaliação!

Nós faremos de tudo para que você consiga ter a liberdade e segurança dos dentes fixos novamente!

Implantes múltiplos

Implante em área estética

Prótese sobre implante

Implante múltiplos

Implante múltiplos

Implante múltiplos

Perguntas mais Frequentes

Tire suas dúvidas!

É um pino (geralmente de titânio) utilizado para substituir a raiz do dente quando ocorre alguma fratura ou grande destruição por cárie.
Após a instalação do implante (substituição da raiz), é possível colocar um dente artificial (coroa/prótese) sobre esse pino de titanio, devolvendo estética, forma e função mastigatória adequada.

Veja esse vídeo com a explicação completa:
https://www.youtube.com/watch?v=mP_w19Kfk0s&list=PLz3fAEDb-1S96XwqyREDeigbZV9lf1gQh&index=2

Bem, vamos pensar não só em preço, mas em valor!
Há pessoas que utilizam próteses móveis, as famosas dentaduras e acabam não tendo segurança de fazer coisas simples que quem tem dente nem imagina.
Ir à uma festa com os amigos ou familiares e comer e beber tranquilamente, entrar na piscina, no mar, gritar gol, num jogo de futebol.

Quanto valeria ter essa segurança novamente?
Quanto valeria para você poder voltar a sentir o sabor dos alimentos? Pois o acrílico no céu da boca pode diminui o paladar.

Então voltamos ao preço…
Cada indivíduo é único e cada caso deve ser avaliado individualmente, portanto, não é possível definir valores sem antes avaliar as caracteristicas bucais de cada paciente.
Quando se procura apenas o menor preço tenha cuidado pois podem estar de entregando apenas um produto e é aí que mora o perigo.
Os preços podem variar muito dependendo de cada caso, pois depende de diversos fatores como:
Se precisa de enxerto gengival e ósseo,
Se é uma região estética,
Se precisa usar uma prótese provisória,
Qual tipo de implante será usado,
A qualidade do laboratório que o profissional ou clinica trabalha,
Componentes protéticos oficiais,

Tudo isso isso pode variar um valor do implante
Fase cirurgica por implante em torno de 900,00 a 3.000,00.
E a fase da coroa sobre implante de 300,00 para um provisório, 2.000,00 para uma coroa metalocerâmica, até 4.000,00 uma coroa totalmente livre de metal e para proteses totalmente fixas sobre implante (12 elementos dentários) de 8.000,00 a 30.000,00 dependendo do material que se ópta.

O que mais tenho é pacientes que me procuram, pois realizaram procedimentos e não foram devidamente orientados sobre essas particularidades, optaram pelos serviços mais baratos e depois tiveram consequencias muito desagradáveis desde estética desfavorável até infecções e perdas dos implantes.

É meu sonho, mas não tenho dinheiro!
Já tivemos outras pacientes com questões semelhantes a sua e hoje já realizaram o seu sonho, mas antes elas tiveram algumas ações para conseguir:
Conversaram com seus maridos e família e explicaram o seu sonho e como isso verdadeiramente as afetava, fizeram um planejamento financeiro de como economizar e puderam iniciar o tratamento.

De esses primeiros passos, marque uma avaliação pois essa é minha missão e da minha equipe, em te ajudar a conseguir ter essa oportunidade.
Eu e minha equipe estamos aqui para te ajudar de diversas formas para que esse sonho se concretize.

https://www.instagram.com/p/CXENjAllj0W/

Já pensou em realizar uma cirurgia de implante dentário sem corte na gengiva?
Infelizmente sem nenhum corte não é possível, mas com um pequeno acesso mínimo, sem precisar abrir toda a gengiva já é possível, com a tecnologia de cirurgia guiada.
Se você tem muito receio de procedimento cirúrgico, a cirurgia guiada vai transformar sim a sua vida.

Veja esse vídeo com a explicação completa:
https://www.youtube.com/watch?v=G5ZnaKuieG8&list=PLz3fAEDb-1S96XwqyREDeigbZV9lf1gQh&index=1

Já ouviu falar em prótese tipo protocolo?

A Arcada dentária possui aproximadamente 12 dentes.
Você sabia que com apenas 4 a 5 implantes é possível realizar uma prótese com estes mesmos 12 dentes fixos.
Em alguns casos todo o processo, cirúrgico e de confecção da prótese, pode ser realizado em 1 a 3 dias.

São apenas 08 passos para devolvermos o seu sorriso com confiança para a vida!
1-Fase cirurgica, 2-fase adequação da gengiva, 3-moldagem dos implantes, 4-prova da estética do sorriso, 5-prova da infraestrutura, 6-prova da infraestrutura com a estética, 7-acrilização da estrutura, 8-ajustes.

Veja esse post com a explicação completa:

O ideal é remover o dente e já instalar o implante no mesmo momento, porém, quando na impossíbilidade de instalação do implante no mesmo momento, seja por questões de saúde, viajem, rotina de vida, financeira ou outros, o recomendado é o profissional analisar a possibilidade de fazer uma preservação desse alveolo ósseo.

Ocorre que, quando perdemos um dente, em aproximadamente 01 ano é perdido 22% do osso alveolar que sustentava a raiz e ao passar dos anos esse aumento só tende a evoluir.
Essa perda ósseoa não compromete somente a estética, mas tambem toda a caracteristica e arquitetura da gengiva em torno do implante e consequentemente a longevidade do sistema todo.
Isso ocorre, pois o osso que segura o dente (chamamos de osso alveolar), ele tende a ser reabsorvido quando não há mais a presença da raiz.
A preservação alveolar é uma técnica muito conseituada da implantodontia no qual incluir o osso de enxerto no alveolo ósseo onde estava a raiz do dente, visando auxilia como um “andaime de sustentação”, até que as próprias celulas ósseas do paciente consiga penetrar e consolidar toda aquela região comprometida.
Por ser um processo relativamente longo (em torno de 04 a 06), todo o sistema (osso e gengiva) tem tempo de se readequar e manter toda a caracteristica de forma da região, e assim, quando chegar o momento ideal da instalação do implante, a região estará viavel.

Veja esse post com a explicação completa:
https://www.instagram.com/p/CXLa5lJrj7-/

A remoção de um dente pode ser recomendada devido diversos fatores:
-Fratura, trauma, processo de reabsorção, problema gengival/periodontal, cárie extença, estética…

Ao remover o dente, o coágulo que se forma vai se transformando em osso.
Porém esse tipo de osso alveolar só se mantém na presença da raiz do dente e consequentemente a cicatrização desse osso terá inúmeras sequelas principalmente estética.
Dependendo do grau de reabsorção desse osso, isso pode dificultar e até inviabilizar a instalação de um implante dentário futuramente, sendo necessário em muitas vezes até a realização de enxertos ósseos que são muito mais complexos e onerosos para se obter sucesso.

Quando perdemos um dente, em aproximadamente 01 ano é perdido 22% do osso alveolar que sustentava a raiz e ao passar dos anos esse aumento só tende a evoluir.
Isso ocorre, pois o osso que segura o dente (chamamos de osso alveolar), ele tende a ser reabsorvido quando não há mais a presença da raiz.
O ideal é remover o dente e realizar o procedimento de preservação alveolar, pois isso, garante uma arquitetura do local com o minimo de perda de dimensões ósseas.

Veja esse post com a explicação completa:
https://www.instagram.com/p/CXLa5lJrj7-/

Quando se tem um defeito ósseo não muito grande onde não temos  espessura óssea suficiente para instalar um implante, podemos colocar um substituto ósseo para regenerar a região e muitas vezes já instalar o implante no mesmo momento que regeneramos o osso.
Colocamos o substituto ósseo, protegemos com uma membrana todo o conjunto e aguardamos a regeneração do osso na região.
Isso possibilita a instalação do implante numa posição tridimencional melhor gerando melhor biomecânica do sistema, maior estética e maior longevidade do tratamento.

Quando se tem um defeito ósseo muito grande onde não temos onde estabilizar um substituto ósseo para regenerar a região, podemos utilizar uma estrutura de titânio para proporcionar esta estabilidade.
Instalamos essa estrutura, colocamos o substituto ósseo, protegemos com uma membrana todo o conjunto e aguardamos a regeneração do osso na região.
Após um período reabrimos (em torno de 6 a 9 meses) removemos a estrutura de titânio e instalamos o implante.
Após a técnica da malha de titânio aplicada, quando colocamos o implante na posição ideal ele fica completamente coberto.
Não é uma técnica simples, mas quando bem estudada e bem indicada e utilizando materiais de altíssima confiabilidade, pode possibilitar a reabilitação região e ajudar muitas pessoas a melhorar sua autoestima.

É quando se extrai um dente e no mesmo momento se instala um implante.
Nesses casos ficará um espaço sobresalente (“gap”) entre o implante e o osso onde a raiz do dente estava, para que não aumente o risco de ficar um defeito ósseo e estético é recomendado preenxer esse espação com enxerto ósseo.
De acordo com estudos e na rotina clinica, é observado um grande comprometimento estético pós instalação do implante quando não realizamos o enxerto.

Quando falamos de área estética, no caso de dentes da frente, isso se torna extremamente relevante.
Essa perda óssea não compromete somente a estética, mas tambem toda a qualidade e arquitetura/ formato da gengiva em torno do implante e consequentemente a longevidade e estética do tratamento.
Isso ocorre, pois o osso que segura o dente (chamamos de osso alveolar), ele tende a ser reabsorvido quando não há mais a presença da raiz.
A manobra de incluir o osso de enxerto no espaço entre a tabua óssea e o implante, auxilia como um “andaime de sustentação”, até que as próprias celulas ósseas do paciente consiga penetrar e consolidar toda aquela região comprometida.

Veja esse vídeo com a explicação completa:
https://www.youtube.com/watch?v=e84Cn47gBOY&list=PLz3fAEDb-1S96XwqyREDeigbZV9lf1gQh&index=3
Quando constatada a necessidade da remoção de um dente, seja por fratura, trinca, reabsorção, trauma e grande destruição de cárie, havendo um remanescente ósseo adequado e com infecção controlada é SIM, indicado realizar a instalação de um implante imediatamente após a remoção deste dente.
Isso auxilia na manutenção de toda das características da margem gengival e óssea.
Muitos pacientes questionam os implantodontistas sobre a real necessidade da inclusão no plano de tratamento um biomaterial, substituto ósseo para servir como enxerto.
Ocorre que diversos estudos demonstram que a NÃO inclusão do enxerto ósseo no espaço entre o implante e o alvéolo onde estava o dente, haverá 22% de absorção óssea naquela região (OU MAIS), gerando uma grande instabilidade de toda região e podendo gerar um grande defeito estético.
Portanto, a indicação seria a inclusão de enxerto ósseo em 99% dos casos, principalmente se estiver em região com alta demanda estética (dentes anteriores) quando realizado a remoção de um dente e implante imediato.

Quando se tem um defeito ósseo muito grande onde não temos onde estabilizar um substituto ósseo para regenerar a região, podemos utilizar uma estrutura de titânio para proporcionar esta estabilidade.
Instalamos essa estrutura, colocamos o substituto ósseo, protegemos com uma membrana todo o conjunto e aguardamos a regeneração do osso na região. Após um período reabrimos removemos a estrutura de titânio e instalamos o implante.
Aqui apresento a vocês um caso bem desafiador.
Nota-se que havia estrutura óssea remanescente, porem quando simulamos a posição do implante na região eles ficariam no céu da boca, o que certamente iria causar uma serie de outros problemas a esse paciente.
Quando posicionamos no local ideal, a estrutura da frente fica para fora do osso.
Após a técnica da malha de titânio aplicada, quando colocamos o implante na posição ideal ele fica completamente coberto.
Não é uma técnica simples, mas quando bem estudada e bem indicada e utilizando materiais de altíssima confiabilidade, pode possibilitar a reabilitação região e ajudar muitas pessoas a melhorar sua autoestima.

Nós temos 4 cavidades ocas da face, um deles chamado seios dos maxilares, pois se encontram no osso dos maxilares beirando as raizes dos dentes mais posteriores.
Servem para aquecer, umidificar e limpar o ar antes de entrar no pulmão.

Quando perdemos um dente próximo à esta estrutura oca (geralmente na região dos dentes posterior superior), a pressão do ar em alguns casos, pode fazer com que essa estrutura migre para a posição onde estavam as raizes do dente ocorrendo o que chamamos de pneumatização do osso maxilar.
Dependendo do grau de “invasão” das estruturas paranasais na região onde ficava a raiz, isso pode inviabilizar a instalação de um implante dentário na região, pois não haverá mais altura óssea suficiente para instalação do implante.
Quando isso ocorre, podemos utilizar a tecnica de elevação dos seios maxilares para reposicionar a membrana paranasal numa posição mais superior, e preencher o local com substituto ósseo.
Após a consolidação desse osso particulado, é possível instalar um implante com segurança na região.
Em alguns casos é possivel fazer a técnica e instalar os implantes no mesmo momento.

Veja esse vídeo com a explicação completa:
https://www.instagram.com/p/CiaeEUCPCqG/

A manutenção profissional é fundamental, para que seja avaliado qualquer indicio de inflamação, infecção, perda óssea em torno do implante, mobilidade e desadaptação do pomponente protético, contato prematuro da protese sobre implante, etc.
Muitas vezes são sinais assintomáticos, ou seja, o paciente nem percebe que está ocorrendo e quando se der conta o dano pode ser irreversível.

A recomendação em geral é uma manutenção a cada 6 meses, podendo ser em menos tempo ou mais tempo, e isso vai depender de cada caso e cada paciente, pois cada indivíduo é unico.

Veja esse vídeo com a explicação completa:
https://www.youtube.com/watch?v=uI_6oCZM9BY&list=PLz3fAEDb-1S96XwqyREDeigbZV9lf1gQh&index=9
Qualquer procedimento instalado na boca, passa a ser submetido à todas as condições bucais, portanto, independente de ser dente natural ou não, estarão sugeitos ao “Biofilme bacteriano”, que se não for removido adequadamente, adere em superfícies duras na boca, como dentes, próteses, implantes, aparelhos ortodônticos, etc.
Para evitar que o tártaro ou qualquer outro problema com seus dentes e implantes, é importante adotar uma boa higiene bucal para conseguir eliminar a placa bacteriana de forma correta.

O paciente deve ser orientado adequadamente sobre as técnicas e uso de acessórios específicos para a limpeza dos implantes.

Veja esse post com a explicação completa:
https://www.instagram.com/p/Clmd-byJoDP/

Existem diferenças estruturais nas configurações de tecidos moles circundantes entre dentes e implantes.
A gengiva se fixa à superfície dos implantes através de uma estrutura (hemidesmossomos), já a gengiva ao redor dos dentes fixa-se ao esmalte por duas estruturas (desmossomos e lâmina basal interna).
Além do que, o tecido em torno do implante possui menos vascularização, ou seja, menos nutriente e células de defesa e reparação chegam na região e a configuração das fibras gengivais tem uma organização mais frágil (circular e paralela) comparado ao dente (circular, perpendicular e transversal).
Essas diferenças fazem com que a gengiva em torno do implante seja mais frágil em comparação ao dente.
Por ser mais frágil, o simples fato de se alimentar e higienizar os dentes/implantes, pode causar injúrias ao tecido gengival, acarretando inflamações recorrentes.
A presença de queratina na mucosa alveolar aumenta a resistência a traumas mecânicos e biológicos, como escovação e acúmulo de placa, sendo assim um fator importante na manutenção da saúde peri-implantar.
O aumento da concentração de placa bacteriana pode induzir a ativação um marcador inflamatório da gengiva. Uma maior presença de biofilme e citoquinas pró-inflamatórias induz uma resposta inflamatória negativa do tecido gengival que pode evoluir para uma mucosite ou peri-implantite.
O tipo de conector entre o implante e a coroa artificial, também pode ativar esses marcadores inflamatórios.
Uma peça chave para o sucesso dos implantes consiste na capacidade do tecido mole em assumir um papel biológico protetor entre a cavidade oral e os implantes.
Estudos têm revelado altas taxas de mucosítes ao redor de implantes com pouca gengiva queratinizada ou seja uma gengiva fina.
A largura de GQ ao redor dos implantes pode impactar significativamente e positivamente na estabilidade tecidual peri-implantar.
Afirma-se portanto que 1 mm a 2 mm de faixa de GQ ao redor de implantes possibilita uma diminuição no acúmulo de placa, inflamação tecidual e recessão da gengiva.
O intuito de um enxerto gengival é promover uma maior faixa de tecido conjuntivo queratinizado (“gengiva grossa”) fornece uma proteção biológica com o intuito de vedar o implante contra impactos externos ou biológicos.

Veja esse post com a explicação completa:
https://www.instagram.com/p/Clqpw_SMxyP/

Existem diferenças estruturais nas configurações de tecidos moles circundantes entre dentes e implantes.
Essas diferenças fazem com que a gengiva em torno do implante seja mais frágil em comparação ao dente.
Por ser mais frágil, o simples fato de se alimentar e higienizar os dentes/implantes, pode causar injúrias ao tecido gengival, acarretando inflamações recorrentes.

Por ser um tecido mais fragil, os pacientes evitam uma higienização adequada, pois gerar desconforto ao escovar a região.
O aumento da concentração de placa bacteriana pode induzir a ativação um marcador inflamatório da gengiva. Uma maior presença de biofilme e citoquinas pró-inflamatórias induz uma resposta inflamatória negativa do tecido gengival que pode evoluir para uma mucosite ou peri-implantite.

O inicio da mucosite, muitas vezes gera uma forte sensassão de ardencia gengival, principalmente se for associada a outros fatoes como baixa salivação ou uso de cremes dentais mais agressivos.

Técnicas cirúrgicas peri-implantares têm possibilitado a correção de defeitos em tecidos moles de forma eficaz, resultando na manutenção da saúde e estabilidade periimplantar
O intuito de um enxerto gengival é promover uma maior faixa de tecido conjuntivo queratinizado (“gengiva grossa”) fornece uma proteção biológica com o intuito de vedar o implante contra impactos externos ou biológicos.

Veja esse post com a explicação completa:
https://www.instagram.com/p/CmY1xVrraPC/

Quando a gengiva em torno do implante fica muito fina, se perde a harmonia e naturalidade, já que o elemento metálico passa a ser visto como uma transparencia.

O “afinamento gengival” leva a um escurecimento da região, isso porque, o pino de titânio faz uma espécie de “sombra” sob a pele, o que dá a sensação de região escurecida.

O tecido gengival muito delgada/fino, gera outros comprometimentos para a longevidade do implante, não só a questão estética.
Os estudos mais atualizados sobre implantes já estão bem embasados e consolidados e são unanimes em relação a necessidade de uma gengiva mais “grossa”/ queratinizada, para que não ocorra perda óssea, retração gengival, mucosite/inflamação, periimplantite/infecção, mesmo a pessoa tendo uma higienização impecável.
Há outros fatores que dificultam a mudança dessa condição acinzentada além da espessura da gengiva como: posição do implante e componente que liga a coroa ao implante.

Para que isso não ocorra, atualmente se recomenda em 90% dos casos de implante, executar um enxerto ósseo no mesmo momento da instalação do implante.
Mas não entre em panico, caso o profissional não tenha realizado esse procedimento no dia da instlação do implante, esse enxerto pode ser realizado posteriormente, mediante avaliação profissional do caso, logicamente.

Veja esse post com a explicação completa:
https://www.instagram.com/p/CmWhOYPAxGM/

Há diversos tipos de prótese para se instalar sobre o implante.
Para definir qual tipo o profissional especializado para utilizar uma técnica que se chama planejamento reverso, ou seja, primeiro se idealiza como ficariam os dentes do paciente, para posteriormente se planejar quantos implante o paciente necessitará e qual seria a melhor técnica.

Há inúmeras possibilidades de planejamento, com diversos custos para cada um.