Dia Mundial de Combate ao Câncer
04 de fevereiro
O combate ao câncer é um tema bem pessoal para mim, pois perdi meu Pai para essa doença e mesmo passando em diversos médicos, a doença foi tardiamente diagnosticada, enfim, se tratando de Câncer, a prevenção e o diagnóstico precoce ainda são a melhor conduta.
O câncer é a segunda causa de morte no mundo, atrás apenas das doenças cardíacas.
Cigarro, sedentarismo, má alimentação e poluição estão entre os principais fatores de risco para o surgimento de tumores.
No dia 4 de fevereiro se comemora o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Criada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC), a data visa mobilizar pessoas e organizações mundiais para reforçar a importância de adoção de hábitos saudáveis, atitudes de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento, fundamentais para o controle da doença.
E no Brasil?
O combate ao câncer continua no pódio das principais causas de morte no País.
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa é de 600 mil novos casos.
No Brasil o câncer mais comum em ambos os sexos é o câncer de pele não melanoma, um tipo de tumor menos letal.
- 180 mil foram de pele não-melanoma
- 61 mil cânceres de próstata
- 58 mil casos de câncer de mama
Seguidos pelo câncer de: intestino, pulmão, estômago, colo do útero, cavidade oral, sistema nervoso central, leucemia e esôfago.
Câncer de Boca no Brasil
Da cavidade Orofaríngea a estimativa de novos casos: 14.700, já o número de mortes: 5.898 sendo 4.672 homens e 1.226 mulheres (SIM – 2015).
O Câncer no Mundo
Quase 10 milhões de pessoas morreram de câncer no mundo em 2018.
- pulmão (1,76 milhão de mortes)
- colorretal (862 mil mortes)
- estômago (783 mil mortes)
- fígado (782 mil mortes)
- mama (627 mil mortes)
Relatório Promissor sobre o combate ao câncer
A cura dessa doença continua sendo um dos maiores desafios da medicina. Mas, se uma solução definitiva ainda não foi encontrada, a evolução dos tratamentos já vem mostrando resultados: segundo o novo relatório da American Cancer Society (ACS), a taxa de mortalidade por câncer caiu drasticamente nos EUA nos últimos 25 anos.
De acordo com os dados do novo relatório, a taxa de mortalidade caiu 27% entre 1991 e 2016.
Isso significa que 2,6 milhões de vidas foram salvas.
Ainda segundo o relatório, devido à queda nas taxas de tabagismo dos últimos anos, houve uma redução significativa na mortalidade pela diminuição do câncer de pulmão, no qual faz parte de um dos tipos mais comuns.
Diagnóstico preciso e precoce
Mas os principais responsáveis pela melhora são os avanços da medicina: segundo os pesquisadores, o desenvolvimento do tratamento do câncer e das estratégias de prevenção — incluindo testes de triagem como mamografias, exames de sangue e colonoscopia –, que levam a diagnósticos cada vez mais cedo, mostram que, há anos, o surgimento de um câncer não é mais uma sentença de morte.
Ainda segundo o relatório, avanços no tratamento dos quatro tipos de câncer que mais matam pessoas nos EUA (pulmão, mama, próstata e colorretal) terão impactos ainda maiores. Isso porque os pesquisadores estimam que, juntos, esses cânceres serão responsáveis por mais de 800.000 novos diagnósticos nos próximos anos.
A incidência de câncer de mama, o tipo mais comum de tumor, cresce a cada ano nos EUA.
Ou seja, enquanto as taxas de mortalidade por câncer caem, os diagnósticos aumentam.
O câncer de fígado também está atingindo um número maior de pessoas — incluindo jovens — em grande parte por conta do abuso de álcool.
Melanoma e câncer de tireoide, pâncreas e útero também estão ficando mais comuns, segundo o relatório.
O Câncer no terceiro mundo
Infelizmente, a diminuição da mortalidade não é igual para todo mundo. O relatório constatou, em relação ao combate ao câncer, que a população menos abastada tem maior incidência de alguns cânceres facilmente evitáveis (ou tratáveis).
A taxa de mortalidade das mulheres mais pobres é o dobro das mais abastadas, em relação à (câncer) do colo do útero, enquanto homens pobres morrem 40% mais de câncer de pulmão e fígado.
São dados que ainda assustam muito, mas que com consciência, qualidade de vida e informação é possível o sucesso no combate.
E em caso de anormalidades, indicar que o paciente procure um profissional de saúde especializado.
IMPORTANTE. Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis possuem apenas caráter educativo e informativo.
Dra. Renata Bonetti – Cirurgiã Dentista – Implantodontia – Morumbi e Região
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